sexta-feira, 18 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
Carnaval em Jurerê Internacional
Jurerê Internacional transformou-se em Bairro de badalação.
Trânsito parado e com loucos ao volante,
Perturbação do sossego....falta de respeito com o morador,
Falta de policiamento,
Velocidade nas principais avenidas,
Vandalismo,
Vias de fato na via publica,
É o que transformou-se jurerê Internacional
Trânsito parado e com loucos ao volante,
Perturbação do sossego....falta de respeito com o morador,
Falta de policiamento,
Velocidade nas principais avenidas,
Vandalismo,
Vias de fato na via publica,
É o que transformou-se jurerê Internacional
quinta-feira, 3 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
2 de março de 2011 |
JURERÊ INTERNACIONAL
JURERÊ INTERNACIONAL
O lado B do glamour
Bairro planejado com o conceito de tranquilidade convive, hoje, com os efeitos da fama nacional que alcançou
Divulgada na mídia nacional e internacional como praia dos milionários, Jurerê Internacional é um dos principais destinos de turistas que querem pisar na mesma areia que os galãs de novela, e continua atraindo pessoas que querem morar no loteamento com cara de bairro americano no Norte da Ilha de SC.
M as nem todos ainda consideram Jurerê um paraíso. Baladas que atravessam a madrugada, festas em residências com banheiro químico no quintal, aumento da criminalidade, desordem e poluição sonora e ambiental são alguns problemas que motivaram reações de moradores do balneário.
Construído há 30 anos, o loteamento atraiu médicos, engenheiros, empresários, advogados, entre outros profissionais bem-sucedidos, por sua organização, tranquilidade e, principalmente, segurança.
– Mas este conceito de bairro tranquilo e familiar está mudando. Esta ênfase nas baladas é uma conotação nova que estão querendo dar para Jurerê e nós pagamos nossos impostos para morar em um bairro residencial por escritura – observa Luiz Carlos Zucco, presidente da Associação de Proprietários e Moradores de Jurerê Internacional (Ajin). Fundada em 1986, a associação representa cerca de 40% dos 4 mil a 5 mil moradores permanentes do loteamento.
Praia com boa balneabilidade e infraestrutura, ruas com simpáticos nomes de peixes, calçadas amplas, ambiente limpo e bem cuidado, casas sem muros e cercadas por jardins, comércio com produtos de qualidade, estação de tratamento de esgoto e abastecimento de água próprios, monitoramento por empresa de segurança particular e fácil acesso são algumas das características deste bairro planejado.
Por estes atrativos, famílias se dispuseram a pagar, há cinco anos, cerca de R$ 250 mil por um terreno de 450 metros quadrados, próximo à praia. Hoje, o mesmo terreno custaria aproximadamente R$ 650 mil. Há 20 anos, valia o equivalente a R$ 8 mil hoje. Segundo Zucco e outros moradores, a excelência na qualidade de vida divulgada pela construtora do loteamento, o Grupo Habitasul, está se perdendo.
Construtora nega desvalorização
A Habitasul reage:
– A excelência na qualidade de vida não se perdeu nem vai se perder. Até porque a definição de qualidade de vida é particular. Uns querem jogo de xadrez, outros querem balada – diz o diretor do Jurerê Open Shopping, do Grupo Habitasul, Carlos André Motta.
Para Motta, a fama de Jurerê tem uma explicação:
– Todo mundo quer o que é bom. As coisas não acontecem, às vezes, na velocidade em que planejamos e temos que nos adaptar. A cidade como um todo cresceu muito, acima do que se imaginou, e a infraestrutura não acompanhou.
M as nem todos ainda consideram Jurerê um paraíso. Baladas que atravessam a madrugada, festas em residências com banheiro químico no quintal, aumento da criminalidade, desordem e poluição sonora e ambiental são alguns problemas que motivaram reações de moradores do balneário.
Construído há 30 anos, o loteamento atraiu médicos, engenheiros, empresários, advogados, entre outros profissionais bem-sucedidos, por sua organização, tranquilidade e, principalmente, segurança.
– Mas este conceito de bairro tranquilo e familiar está mudando. Esta ênfase nas baladas é uma conotação nova que estão querendo dar para Jurerê e nós pagamos nossos impostos para morar em um bairro residencial por escritura – observa Luiz Carlos Zucco, presidente da Associação de Proprietários e Moradores de Jurerê Internacional (Ajin). Fundada em 1986, a associação representa cerca de 40% dos 4 mil a 5 mil moradores permanentes do loteamento.
Praia com boa balneabilidade e infraestrutura, ruas com simpáticos nomes de peixes, calçadas amplas, ambiente limpo e bem cuidado, casas sem muros e cercadas por jardins, comércio com produtos de qualidade, estação de tratamento de esgoto e abastecimento de água próprios, monitoramento por empresa de segurança particular e fácil acesso são algumas das características deste bairro planejado.
Por estes atrativos, famílias se dispuseram a pagar, há cinco anos, cerca de R$ 250 mil por um terreno de 450 metros quadrados, próximo à praia. Hoje, o mesmo terreno custaria aproximadamente R$ 650 mil. Há 20 anos, valia o equivalente a R$ 8 mil hoje. Segundo Zucco e outros moradores, a excelência na qualidade de vida divulgada pela construtora do loteamento, o Grupo Habitasul, está se perdendo.
Construtora nega desvalorização
A Habitasul reage:
– A excelência na qualidade de vida não se perdeu nem vai se perder. Até porque a definição de qualidade de vida é particular. Uns querem jogo de xadrez, outros querem balada – diz o diretor do Jurerê Open Shopping, do Grupo Habitasul, Carlos André Motta.
Para Motta, a fama de Jurerê tem uma explicação:
– Todo mundo quer o que é bom. As coisas não acontecem, às vezes, na velocidade em que planejamos e temos que nos adaptar. A cidade como um todo cresceu muito, acima do que se imaginou, e a infraestrutura não acompanhou.
GABRIELA ROVAI
DC
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Morte em Jurerê
Morte de turista argentina provoca revolta em Florianópolis
Jurerê Internacional. Acidente na principal avenida fez uma vítima fatal e deixou outra em estado grave
Daniel Queiroz/ND
Carro usado por FelipeFerreira Quadros, que provoou a morte da turista
Mais segurança. O apelo é de moradores e comerciantes de Jurerê Internacional que denunciam constantes rachas e ocorrências de trânsito no bairro. A morte de uma turista argentina no último sábado aqueceu as discussões em torno do assunto. “Quando ouvi o barulho desci correndo para ver. O carro devia estar a 130 quilômetros por hora”, conta o economista Sérgio Costa,55, que testemunhou o acidente.“A polícia está tolerando e ninguém é multado. Fim de semana escutamos os rachas entre os carros e o barulho das motos em alta velocidade”, denuncia o morador. Para o maitre executivo Alberto Wirth, que gerencia uma rede de restaurantes no bairro, o acidente reflete na movimentação turística do bairro. “Para quem está pensando em fazer uma viagem, isso pesa”, avalia.
Nesta terça-feira, representantes do Conseg (Conselho de Segurança) do bairro devem se reunir com o comando da Polícia Militar e Guarda Municipal. “Necessitamos de repressão e intervenção da polícia. Desde 2009 nada é feito. O que aconteceu no sábado já estava previsto”, ressalta o presidente do Conseg, Edson Guimarães.
De acordo com Guimarães, as ocorrências de acidentes trânsito só aumentam no bairro. “Temos uma sentença judicial contra três conhecidos points aqui, para que os estabelecimentos sejam fechados pelo uso de espaços públicos e som acima do permitido”, observa. “Queremos saber por que a sentença não é cumprida”, questiona. O comandante do 21º Batalhão do Norte da Ilha, Dinoh Corte Junior, avalia que o acidente foi um fato isolado que não pode ser generalizado. “Todo o policiamento é baseado no número de ocorrências. Vamos analisar e discutir a situação”. “A PM não cumpre sentença e sim dá suporte ao oficial de justiça”, lembra o comandante.
Acidente
“Só vi o carro vindo em minha direção”, conta Tiago Santos, 22, que também foi atingido pelo Space Fox, que segundo testemunhas, vinha em alta direção. “O motorista bateu no quebra-mola e perdeu a direção”, lembra Tiago, que estava estacionado na avenida Búzios, por volta das 21h30. Para Tiago a luxação no pé e os prejuízos materiais no carro foram problemas pequenos. “Foi uma cena horrível. Muito sangue, o marido dela (vítima) viu tudo e ficou em estado de choque”, conta.
Maria Luiza Azzare, 59, e sua filha Romina Rodrigues, 33, que foram atingidas na faixa, foram socorridas no local. Maria Luiza morreu a caminho do hospital com poli traumatismo. O corpo foi liberado na tarde de ontem do IML (Instituto Médico Legal) e segue para a funerária em Tubarão. Hoje, às 20h, o corpo será encaminhado para Argentina, onde será cremado. Romina ainda permanece, em estado grave, na UTI do Hospital Celso Ramos. O motorista Felipe Ferreira Quadros, 27, foi preso em flagrante em uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento), em Canasvieiras, internado por conta dos ferimentos na cabeça. Após receber alta médica foi encaminhado para a delegacia pagou fiança, foi liberado e deverá responder o processo por homicídio culposo, em liberdade.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
INFORMANTE
Gostaria de conhecer o informante do " Jornalista" RAUL SARTORI do jornal carona.
A matéria abaixo é uma mentira, onde esta a ética e profissionalismo da impresa.
A segurança de jurerê internacional é modelo para o mundo.
A matéria abaixo é uma mentira, onde esta a ética e profissionalismo da impresa.
A segurança de jurerê internacional é modelo para o mundo.
Paraiso visado
A média de assaltos e arrombamentos
no balneário Jurerê
Internacional tem sido de
30 por semana. Mas somente
os que são registrados no distrito
policial. Para não macular a
são desaconselhadas a procurar a policia.
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